Sobre Flávio Coutinho

Sobre Flávio Coutinho

Flávio Coutinho é morador da cidade de Goiânia (GO). Estudou em escola pública desde a primeira série. Formou-se em Analise e Desenvolvimento de Sistemas na Uni-Anhanguera. É pós-graduando em Governança de TI, Gestão Social e em Tecnologias de Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal. Atualmente é estudante de Direito.

Foi garçom nos antigos bares Fogo e Gelo e Verdão, na região Sudeste de Goiânia. Trabalhou no Censo 2000, sendo recenseador da região do Jardim Mariliza. Morou 07 anos no Distrito Federal, trabalhando no Tribunal Superior no Trabalho (TST), na Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (DATAPREV) e no Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO). Trabalhou como servidor público na Segurança Pública, no antigo Cerne (AGECOM) e na Secretaria de Saúde do Estado de Goiás pelo concurso da extinta Agência Goiana de Administração de Negócios Públicos (AGANP).

Atualmente desenvolve soluções de Tecnologia de Informações em geral.

DEDICAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO

Flávio Coutinho foi nomeado servidor público em Maio de 2007 no concurso da extinta AGANP. Esse concurso, tendo mais de 100 mil inscrições, parou Goiânia no dia da aplicação da prova. Eram 2600 vagas e igual cadastro de reservas, totalizando 5200 aprovados. Após a prova, o governo lançou cronograma de nomeação de apenas 600 pessoas e avisou que deixaria o concurso vencer (naquela tempo não havia obrigação da Administração Pública nomear aprovados dentro das vagas).

Devido a essa notícia estarrecedora e imoral, foi criado o movimento Nomeação Já, que exigiu e conseguiu a nomeação, inicialmente, de 3.040 aprovados (2600 dentro das vagas + 440 reservas), superando em muito o cronograma inicial do governo. Antes do concurso vencer, Flávio Coutinho e demais aprovados registraram reclamação no Ministério Público de que pessoal contratado estava ocupando vagas disponíveis para os aprovados em concurso e, por isso, a Administração Pública deveria convocar os aprovados restantes para ocupar tais vagas (foram nomeados mais de 30 mil pessoas em processos seletivos temporários durante o prazo de validade do concurso e só restavam 2.160 aprovados para tomar posse).

Tal reclamação originou a Ação Civil Pública de número 2007.91.35.60.19 que resguardou o direito de todos os aprovados ainda não nomeados e permitiu a nomeação, em ações individuais, de cerca de 800 aprovados entre os anos de 2008 e 2015.

E estamos caminhando na Justiça em busca da nomeação do todo o cadastrado de reserva aprovado no concurso[1][2]. Estima-se que resta apenas 1,3 mil reservas a serem nomeados.

Desde então, Flávio Coutinho auxilia os aprovados em concurso público no Estado de Goiás a serem nomeados, como também defende a categoria de servidores públicos em um modo geral. Ele é contra o assédio moral em todas as três esferas do governo e a proliferação de mão de obra não concursada.

O problema no serviço público é a interferência política.